C'est la Vie!

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É isso que digo quando o mundo apresenta suas metas, seus desafios, suas promessas à mim. Para muitos, podem até ser obstáculos, mas depende mesmo do ângulo que se observa.

Aprenderemos a notar os quadros, aceitar os fatos, admirar-se com a simplicidade só quando estivermos dispostos a observá-los. A vida é bem mais simples quando se está a fim de vivê-la, e vivemos bem mais quando aceitamos os “contratempos” como fatores que a deixam mais interessante ser vivida.

É imensamente incrível quando observamos o antes e o depois de cada fase que vivemos. As diferenças, as semelhanças. Essa é uma prática de observação; enriquecedora e admirável, porque não dizer uma virtude?

Os fatores que nos transformam, aperfeiçoando-nos ao longo de nossas caminhadas são os mesmos que, às vezes, desejaríamos que não nos tivessem impostos, ou jurados, ou aparecidos.

Perderemos o ouro se não soubermos tira-lo das entranhas da terra, se tivermos receio de procurá-lo em grutas enormes e em suas emaranhadas vias, se acharmo-nos incapazes de descobri-lo nos veios de grandes rios de fortes correntes...

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E eu digo:
Se tiveres que fazer, faça.
Se tiveres que achar, ache.
Se tiveres que arriscar, arrisque.
Se tiveres que amar... faça, ache, arrisque... ame!

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Não fique parado em frente à tela da sua vida, tentando melhorar a sua imagem com um controle remoto enquanto está bem sentado, acomodado... Parado. Parado!


O que faz a vida ser instigante?
O que faz a vida ser surpreendente?
O que faz a vida se tornar o mais valioso e interativo estado?


Simples como viver, não?
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P.S.: A foto foi tirada por um amigo, Anderson Cleyton, e está disponível em seu blog (www.acbm.blogspot.com) junto com os mais interessantes textos que pude ler! Eu indico à todos que possam compreendê-los.

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